segunda-feira, 22 de outubro de 2007

Recado da pesquisadora Moira Bush da USP para todos


Moira Bush O
....com minha memória repleta de lembranças fragmentadas das obras fantásticas que vi nesta POA é BOA. O espaço contém uma energia inexplicável, desde lendas, os elementos da natureza, a preocupação para com a natureza desde o povo do sul, se lançando ao mundo!
Quando saímos da nossa querência, participamos mais ativamente como gaúchos do que quando vivemos na terra, no entanto ao entrar nesta Poa é Boa a sensação é que tivemos é de integração, união e participação por que as obras aí expostas nos remetem aos sonhos e ao que verdadeiramente somos, questionamos e para onde nos lançaremos.
Estarei participando do Congresso de Estética e arte na USP - América,Américas - Arte e memória e podes acreditar que nos intervalos estarei mencionando a todos as belezas que vi e trouxe comigo como registro!
Desejo muita sorte a todos os artistas do nosso Rio Grande, da nossa América e que finalmente possam ter suas obras e realizações, bem como sentimentos e aspirações sem fronteiras, sem preconceitos, embuídos em uma verdadeira busca do bem-comum.
Parabéns à todos os artistas e colaboradores da mega exposição: "ESSA POA É BOA"!
Registrei muitas fotos, te enviarei com alguns comentários para que possas registrar e levar como um "feed back" a todos os outros!
Com carinho da Moira

Um comentário:

moira disse...

Querida Maria o título está quase correto! Sim sou pesquisadora da arte popular Latino americana. Ha dois anos pesquiso a respeito da arte do fruto decorado, de tradição e comunicação: Mate burilado,arte realizada no Peru. A Usp é uma mega instituição que motiva pesquisadores e abre as portas para quem busca o conhecimento em todas as áreas do saber. É impossivel pensar em arte latino americana sem buscar uma das maiores intelectuais nesta área, que se chama Lisbeth Rebolo e outra doutora em simbolos latinos, prof Marisa Bertoli. A equipe de intelectuais da USP e MAC oferecem cursos, congressos, seminários,palestras abertas ao público interessado e eu faço parte deste público. Enfrento algumas barreiras, pois sou gaúcha e minha linha de pesquisa é voltada ao popular e com o emprego da linguagem científica tenho medo de tormar-me uma "artistiguês" e isto poderá afastar-me da minha meta.
Um baita abraço a todos ca Moira